terça-feira, 5 de abril de 2016

Notas da Avaliação do 2º Sem. Curso Técnico em Agronegócios

Abaixo estão as notas que os alunos do 2º Semestre do Curso Técnico em Agronegócio obtiveram na avaliação de conteúdo, realizada dia 04 de abril de 2016, segunda-feira. A média da turma ficou em 79,58 (excepcional).

    1.  
ALVARO HENRIQUE DINIZ ARAUJO
-
    2.  
AMANDA GEOVANA CARVALHO SILVA
92
    3.  
AMANDA TRINDADE DA SILVA
39
    4.  
BRUNA BEATRIZ DOS SANTOS
80
    5.  
CINTIA RAMOS PEREIRA
-
    6.  
CYRO LOURIANO
68
    7.  
DANILO MARCIDELI DE MELO
100
    8.  
DANILO TABONI SERGIO
73
    9.  
DRIELLY DE OLIVEIRA ORSI
82
 10.  
EDNO POLICARPO
76
 11.  
EDUARDO SHIGUEO UENO
83
 12.  
ELIANA PEREIRA DA SILVA
76
 13.  
FERNANDA KAROLLINY DA SILVA
92
 14.  
FERNANDO PEREIRA CAVALSANI BARBOSA
-
 15.  
GLEICI FULAN DA SILVA
97
 16.  
GRAZIELY FERREIRA DA SILVA
93
 17.  
JANETE DE OLIVEIRA
52
 18.  
JOÃO DONIZETE VAZ
95
 19.  
JOSÉ CARLOS MANOEL
81
 20.  
KARINA MASSAE OTANI
100
 21.  
LINEL ALVES SILVA
98
 22.  
MARCIA MARIA GUARNIÉRI VAZ
100
 23.  
MAYLA CAVALCANTE FERREIRA
-
 24.  
PATRICIA SILVESTRE DA ROCHA
73
 25.  
PAULO HENRIQUE DA SILVA
-
 26.  
RODRIGO GODOI DA SILVA
-
 27.  
TEDY FRANCISCO DA SILVA
-
 28.  
TEODORO ARRUDA DA SILVA
50
 29.  
VANIO BARBOSA DA SILVA
85
 30.  
WAGNER ANTONIO RODRIGUES DOS SANTOS
74
 31.  
WILIAN PEREIRA DA SILVA
51

sábado, 2 de abril de 2016

Slides da última aula – Para a Avaliação do dia 04/04/2016

Para auxiliar nos estudos destinados a realização da prova do dia 04/04, segunda-feira, faça o download dos slides, clicando no botão abaixo.



quarta-feira, 30 de março de 2016

Notas da Avaliação do 1º Sem. Curso Técnico em Agronegócios

Abaixo estão as notas que os alunos do 1º Semestre do Curso Técnico em Agronegócio obtiveram na avaliação de conteúdo, realizada dia 29 de março de 2016, terça-feira. A média da turma ficou em 67,8.

ANDERSON PEREIRA DA SILVA
83
ANDRESSA KAWANA APDA. DA SILVA
95
CARLOS ALEXANDRE AZE VEDO
45
CLAUDI Y. SATO
64
DANIELA GONÇALVES DA SILVA
43
DANIELA RAMOS
63
DANIELLY APARECIDA DOS REIS
52
DANILO MELO RIBEIRO
54
DAYANA DA SILVA
73
ELOISA BEATRIZ DE JESUS
58
FAGNER WEMERSON ALVES
79
FRANCINE PEDROSO ARAUJO
77
HELENO WAGNER DOS SANTOS
72
JAQUELINE IZABELE LIMA
54
JAQUELINE MONTOVANI
58
JEFERSON LEANDRO DE SOUZA
52
JFERSSON LENO DA SILVA
90
JOYCE RODRIGUES CAETANO
72
JULIANA KAORI ISHI
83
KEIJI YOSHIDA LOPES DA SILVA
81
LAIS YUKARI ALVES CHIGAKI
71
LUCAS RAFAEL DIAS DOS SANTOS
75
LUIZ HENRIQUE DA SILVA
45
MAIKE MICHEL SANTOS CRUZ
94
MATEUS GODINHO COELHO
81
RAFAEL ALEXANDRE SERGIO
71
RAFAÉL ALVES DE OLIVIRA
72
RAFAEL DE PAULA MARCELO
72
RICARDO BUENO DA SILVA
66
SILVANA MOTA JULIO
37
TAIS MARA DE CAMPOS
51
TANIA DA SILVA VITURINO
57
VERA LUCIA RODRIGUES
89
WAGNER MATHEUS DOS SANTOS
90
WATILA RODOLFO VIEIRA GOUVEIA
54

sábado, 26 de março de 2016

Resumo dos Fatos Históricos e Slides (aula 1)

Para auxiliar nos estudos destinados a realização da prova do dia 29/03, terça-feira, publico o resumo abaixo - que foi elaborado com a ajuda dos próprios alunos, e os slides da aula dada,
Para fazer o download dos slide da aula 1, clique no botão abaixo.


quinta-feira, 10 de março de 2016

Apostila do Curso Técnico em Agronegócio - 1º Semestre - Administração Rural

Caro(a)s Aluno(a)s

Estou disponibilizando neste post a primeira parte da apostila sobre Administração Rural, do primeiro semestre do Curso Técnico em Agronegócio.
O objetivo é que vocês possam construir o conhecimento a partir da pesquisa, estudo e, principalmente, da troca de ideias entre professor e aluno
Convido vocês a mergulharem nesse mar de informações sobre Administração Rural, de forma proativa, participativa, autodidata e, acima de tudo, responsável com o seu próprio desenvolvimento pessoal e profissional.

Sejam todos bem-vindos. Desejo-lhes bons estudos!

Prof. Célio Braga


Para começarmos nossos estudos, disponibilizo a apostila de Administração Rural, 1º Semestre. Para fazer o download é só clicar botão abaixo.
 https://drive.google.com/file/d/0B_S3CJbhTwueRVUtdWwwNE9Jakk/view?usp=sharing

domingo, 6 de março de 2016

Apostila do Curso Técnico em Agronegócio - 2º Semestre - Economia Rural

Caro(a)s Aluno(a)s

Entendendo que o conhecimento se constrói a partir da pesquisa, estudo e, principalmente, da troca de ideias entre professor e aluno, convidamos vocês a mergulharem nesse mar de informações sobre Administração e Economia Rural, de forma proativa, participativa, autodidata e, acima de tudo, responsável com o seu próprio desenvolvimento pessoal e profissional.

Sejam todos bem-vindos. Desejo-lhes bons estudos!

Prof. Célio Braga

Para começarmos nossos estudos, disponibilizo a apostila de Introdução à Economia. Para fazer o download é só clicar no botão abaixo.

domingo, 12 de outubro de 2014

2015 será muito pior!

O relato que faço a seguir não tem o propósito, apesar de parecer, de fazer apologia a algum candidato. Penso que isso deva ser um exercício democrático, onde ideias devam ser expostas, contestada ou corroborada por quem achar que deva fazê-lo.
Quero chamar a atenção ao estado de coisas que se encontra o Brasil. E mais, alertar para o caso de acontecer a tragédia de uma vitória da presidente Dilma Rousseff, o governo dela não terá como arcar com os custos do programa Bolsa Família ou outro benefício que valha.
Para explicar é só comparar a família de um trabalhador comum. Se ele tem renda suficiente, consegue dar benefícios a seus familiares, como por exemplo: melhorar a mesada dos filhos, comprar uma roupa nova para esposa, arrumar a casa, reunir os amigos para uma festa de final de semana e assim por diante. Se a renda dele começa a despencar, certamente esses benefícios deverão ser cortados ou diminuídos. Isso é o que vai acontecer com aqueles que recebem Bolsa Família. Seus benefícios serão cortados a partir de janeiro de 2015.
Por que isso irá acontecer? É simples. Para que o governo possa distribuir benéficos aos cidadãos é necessário que ele arrecade cada vez mais. A arrecadação só ocorre se a economia vai bem, se as empresas estão produzindo, se os trabalhadores estão consumindo, e com isso, há um volume maior de impostos entrando no Tesouro Federal. No atual estágio da economia brasileira, não é o que vemos. E caso os economistas petistas continuem no governo, a situação se agravará ainda mais, por inteira incapacidade de entenderem o que ocorre no Brasil.
O Brasil irá crescer menos de 1% este ano. No novo Panorama Econômico Mundial, divulgado dia 07/10, a previsão de crescimento do Brasil em 2014 foi reduzida em um ponto percentual, de 1,3% em julho para 0,3%. O PIB do Brasil teve a maior revisão para baixo entre as projeções de crescimento das 14 maiores economias do mundo feitas pelo FMI. Há projeções de que esse índice seja menor o ano que vem.
Diante disse, a arrecadação cairá. Quando a arrecadação cai, como foi o caso do exemplo do trabalhador com sua família, os benefícios também diminuem.
Vale destacar que o governo petista já realiza algumas manobras para esconder isso da população. Segundo notícias publicadas em diversos meios de comunicação, o governo não está repassando à Caixa e ao BNDES recursos referente aos benefícios concedidos à população, como é o caso do Bolsa Família e empréstimos a juros baixo. Ou seja, a Caixa paga o Bolsa Família e não recebe o dinheiro do Tesouro Federal. É como se o pai de família pedisse que alguém pagasse a mesada ao filho, e fizesse promessa de pagamento futuro. Mas isso nunca acontece. Com isso, mais endividamento.
A regra é simples: menos impostos = arrecadação menor. Menor arrecadação = menos benefícios.
Se olharmos o horizonte não vemos na política econômica do PT algo que vá mudar esse quadro, simplesmente por falta de capacidade administrativa. O Estado brasileiro está falido. A situação não está pior por que as tarifas públicas e o preço da gasolina estão congelados.
Faço outro alerta: não só serão cortados os programas sociais como a inflação vai corroer o pouco que ficará ao trabalhador ao final do mês. Quem vai ao supermercado sabe como estão os preços.
Outro fato que deve ser ressaltado, e para isso pego o exemplo do trabalhador acima, é se ele arrumasse uma amante para sustentar. O pouco que sobra para a sua família ele tem que dar à amante. Isso é o que o governo brasileiro tem feito. Parte da nossa riqueza, que poderia ser gasta com a população brasileira é mandada para CUBA (construção de porto no país com recursos do BNDES, Programa Mais Médicos, só para citar dois exemplos); para a Bolívia (o presidente boliviano Evo Morales determinou, em maio de 2006, a expropriação de refinarias da Petrobras, que passou a pagar royalties maiores pelo gás que explora no país). São dois exemplos do descalabro que está o país sobre o controle petista.
Sem falar da corrupção, que se fossemos relatar as denúncias e os fatos, ficaríamos umas três semanas escrevendo. Mas sobre isso há de se dizer que tudo que está exposto baseia-se naquilo que foi descoberto. Mas é o que está sob o tapete, como a própria da Dilma disse em debate da Rede Globo? Segundo ela, não empurrou para debaixo do tapete a sujeira, quando falou sobre corrupção. Imaginem tudo que ainda está por vir. E mais: se não fosse o Roberto Jefersson ter denunciado o Mensalão, o esquema ainda estaria funcionando a todo vapor.
Outro fato alarmante é o índice de desemprego. Segundo informações a taxa ficou perto de 5%. Segundo esse número estamos perto das taxas da  Suíça (3,1%) e Áustria (4,9%). Na verdade o método utilizado pelo IBGE não reflete o que realmente é desemprego. A metodologia é absurda, sem a menor seriedade e mascara o índice verdadeiro.
Uma pessoa que vende bala no semáforo ou aquele morador de rua que você pagou para cortar a grama do seu jardim são considerados empregados segundo a metodologia do IBGE. E mais: o indivíduo que desiste de procurar emprego, ele não é considerado desempregado, e isso significa que não entrará no cálculo do índice, logo, não afetará o aumento do desemprego.
Só para finalizar, aqueles que recebem o Bolsa Família e não estão procurando emprego, não entram no cálculo. Quando deixarem de receber o auxílio e forem procurar emprego passarão a fazer parte do índice. Hoje devemos ter uma taxa em torno de 20 a 30%.

Diante de tudo que foi exposto, preparem-se para em 2015 termos inflação alta, que causa perda do poder de compra do salário ao longo do mês, congelamento de preços, problemas com abastecimento, falta de produtos nos supermercados.